segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Resultado da 1ª enquete

Ontem foi encerrada a primeira enquete do blog, onde perguntei qual seria a principal dificuldade encontrada no estudo de nihongo.

O resultado não foi surpreendente, digamos assim:

  1. Kanji (41%)
  2. Gramática (32%)
  3. Expressões (10%)
  4. Partículas (8%)
  5. Outros (4%)
  6. Pronúncia (2%)

Que kanji é complicado isso todos sabem, não é mesmo? Não vou dizer que isso não é verdade, pois eu mesmo penei bastante pra aprender! Mas é errado achar que os nativos não têm essa mesma dificuldade, pois eles só conseguem a "proeza" de memorizar 3000 ideogramas com muita dedicação e disciplina.

Então a conclusão é simples: se até eles, que vivem 24 horas por dia imersos nos kanjis, precisam se esforçar pra aprendê-los, imagina nós?

Mas digo isso não pra assustar, obviamente; muito pelo contrário. De nada adianta criar uma ilusão seguida de frustração, não é mesmo? Por isso prefiro expor a realidade e deixar claro que, se você almeja adquirir um bom conhecimento do idioma, vai precisar se dedicar, mas posso garantir que a satisfação obtida com a realização do objetivo é tamanha que qualquer esforço vai valer a pena.

Como diz a letra da música 『(おわ)わりなき旅(たび), do Mr.Children:


(たか)ければ高い壁(かべ)のほうが登(のぼ)たとき気持(きも)ちいいもんな

"Quanto mais alta a parede, melhor é a sensação quando escalada, não é?"


É.

Eu mesmo, de vez em quando, olho pra um artigo em nihongo e penso:


"Meu, como é que eu consigo ler esse monte de códigos?!"


Aí lembro das folhas e folhas de cadernos em que escrevia os kanjis repetidamente, até mesmo nas férias (lá não tem moleza nas férias, dá-lhe tarefa!), e por mais que na época fosse uma tarefa árdua, hoje penso:


"Valeu a pena."


:)

Um comentário:

Anônimo disse...

Sempre vale.